Para Mudar o Mundo

17/06/2009

E se Deus te levasse pro pé da parede?

 

Por Valmir Sarmento

 

E se, em um culto qualquer, Deus te colocasse no pé da parede e te cobrasse as tuas promessas?

- Você deu sua palavra que me entregaria sua vida, que cumpriria meus mandamentos, então tem que acontecer…

Eu não aceito que você peque. O que você falou vai ter que se cumprir.

Imagine se de repente o Senhor até começasse a cantar:

- Hoje o que Eu quero vai chegar,

Eu vou crer, não vou duvidar.

Meu servo prometeu então vai cumprir

Meus mandamentos nessa hora!

E se Deus, ao perceber que não recebe o seu pedido, desistisse de você?

- Ahhh, quer saber? Eu não acredito mais no homem. Tudo o que ele diz é apenas balela pra boi dormir. Dá sua palavra que vai entregar a sua vida, e cumprir os mandamentos e, depois, nada acontece.

 

Pois é. É assim que o homem faz com o Senhor. Nesse relacionamento Deus-Servo, muitas vezes o papel parece se inverter, e muitos não resistem e sucumbem à vontade de trocar os papéis.

 

Poderíamos imitar Deus. Ele não nos coloca na parede cobrando nossas promessas. Se pecamos, ele não nos fulmina com um relâmpago. Se reincidimos, Ele não começa a desacreditar na raça humana.

 

Poderíamos imitar Deus. Ele sempre faz a sua parte, independente de nossa obediência, Ele faz nascer o sol para todos, justos e injustos. Ele confia em nós, independente se desacreditamos nEle.

 

Poderíamos ser assim: obedientes acima das circunstâncias. Se uma doença viesse, continuaríamos crendo. Se a assolação nos afligisse continuaríamos fiéis. A abastança, da mesma forma, não nos alteraria o desejo e a alegria de servir ao Criador.

 

SEDE, pois, imitadores de Deus, como filhos amados”  Efésios 5:1

Vôo 447 e Titanic: mera coincidência?

  

 

Por Valmir Sarmento

Na noite de 31 de maio de 2009, uma aeronave da Air France partiu do Rio de Janeiro para Paris. Era o vôo 447. Não sabiam seus passageiros que entrariam para a história como um dos maiores acidentes da humanidade. Às 19h30 o avião decolou, passando pela costa brasileira até que às 23h14 fez o último contato.

Não é o primeiro grande acidente ocorrido no Oceano Atlântico. Há quase um século, no dia 14 de abril de 1912, uma viagem semelhante aconteceu. Um navio que fazia a rota inversa à do avião, de Southampton (Inglaterra) rumo a Nova Iorque, colidiu com um iceberg, naufragando nas águas geladas do Oceano próximo ao Ártico.

Os dois acidentes se assemelham em vários aspectos.

1 – O casco da navio foi lançado no dia 31 de maio de 1911, mesmo dia e mês da queda do Airbus.

2 – Os dois veículos tinham tecnologia de ponta para a época e eram tops em seus gêneros;

3 – Os dois acidentes ocorreram em início de século;

4 – Os dois acidentes ocorreram no Atlântico;

5  – As duas viagens eram na rota América – Europa,

6 – Os dois veículos encontraram um iceberg pelo caminho, no caso do Airbus o bloco de gelo eram as nuvens de uma tempestade intertropical;

7 –  Os dois acidentes ocorreram no final da noite, o navio às 23h40 e o avião aproximadamente às 23h14 (por estimativa);

8 – Houve grande dificuldade em encontrar os destroços do Titanic, somente em 1985, o submarino Nautile conseguiu encontrar a embarcação. Da mesma forma, há grande dificuldade em encontrar os destroços do avião da Air France. O mesmo submarino foi utilizado para as buscas, mas sem sucesso. Quem sabe não encontrarão daqui a uns 80 anos?

9 – Uma das últimas sobreviventes do Titanic morreu no dia do acidente do Airbus: Millvina Dean (2 de fevereiro de 1912) – (31 de maio de 2009)

 

Não estou aqui querendo fazer uma análise mística dos fatos. Para mim, isso apenas significa que acidentes sempre aconteceram e, infelizmente, continuarão ocorrendo. Por mais que a ciência e a tecnologia avancem a cada ano, nós continuamos sendo seres frágeis. Quando entramos em um avião, em um barco, em um ônibus, em um carro, ou seja qual for o meio de transporte que utilizemos, temos que confiar na competência de várias outras pessoas. A falha de uma delas pode ser fatal. Não há saída: sempre dependeremos de outras pessoas para viver e sobreviver.

Entretanto, pior do que morrer a morte física é morrer a morte da existência eterna. E para isso, basta confiar em apenas um: O Deus Eterno, o Adonai Echad (único Senhor). Através de seu Filho, Ele pode dar a Vida Eterna. A culpa pela morte eterna é somente do homem que não a buscou. Ela, a vida, está disponível a todos segundo a bíblia.

 “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” João 17:3

 

Uma vez convictos da vida Eterna, a morte física não nos pode assolar. Reconheçamos, portanto, que esta vida presente é passageira e habitamos em um corpo fraco.

Já no porvir viveremos eternamente e não haverá mais morte e nem pranto.

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